Diálogo na íntegra com a IA Gemini da Google sobre Militância e Mobilização Digital.
MR: influencers contratados pelo pt.
7 de outubro de 2026
GEMINI: O governo federal e o Partido dos Trabalhadores (PT) têm adotado estratégias de contratação e mobilização de influenciadores digitais e comunicadores para promover programas e realizar ações de comunicação institucional. [1, 2]
Contratações e Gastos da Secom
Segundo reportagens divulgadas na imprensa (como Folha de S.Paulo, Gazeta do Povo e Revista Oeste), a Secretaria de Comunicação Social (Secom) do governo federal destinou cerca de R$ 2 milhões em cachês via agências de publicidade para campanhas institucionais envolvendo artistas e dezenas de influenciadores: [1, 2, 3]
- Grandes nomes: A atriz Dira Paes recebeu R$ 470 mil para ações do programa Celular Seguro, e o carnavalesco Milton Cunha foi contratado por R$ 310 mil para o programa Agora Tem Especialistas do Ministério da Saúde. [1]
- Influenciadores de nicho: Pelo menos 55 influenciadores receberam valores que variam de R$ 1 mil a R$ 124,9 mil (como Matheus Buente) para divulgar bandeiras e políticas públicas, a exemplo dos programas Luz para Todos e propostas de isenção de imposto de renda. [1, 2, 3]
- Nomes recorrentes citados em análises de redes: Lauany Schultz, Carolline Sardá, Laura Sabino, Thiago Foltran, Beatris Brantes e Martina Giovanetti. [1]
- Enquanto o governo classifica os repasses como comunicação institucional de utilidade pública, partidos de oposição criticam os gastos, apontando-os como propaganda política disfarçada. [1]
Iniciativas de Militância e Mobilização Digital (Programa "Porta-Vozes do Lula")
Além de inserções pagas por meio da Secom, o PT lançou em meados de 2026 o programa "Porta-Vozes do Lula", articulado pela liderança do partido sob o comando de Edinho Silva: [1, 2]
- Foco estratégico: Trata-se de uma mobilização focada nas eleições de 2026 para engajar a militância, parlamentares e produtores de conteúdo simpáticos à legenda. [1, 2]
- Como funciona: O projeto mapeou e convidou figuras com forte presença digital (incluindo deputados e senadores) para atuarem como disseminadores de realizações, contrapontos à desinformação e defensores das entregas do governo federal nas redes sociais. [1, 2]
MR: Titi Muller é uma delas?
GEMINI: Não, Titi Müller não consta na lista de influenciadores contratados pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) do governo federal ou pelo Partido dos Trabalhadores (PT). [1, 2]
Embora ela seja uma apresentadora e influenciadora que já fez declarações públicas de teor político no passado, seu nome não aparece nos relatórios de pagamentos obtidos via Lei de Acesso à Informação referentes aos gastos com campanhas digitais da gestão atual. Os levantamentos oficiais apontam que a verba de comunicação digital do governo foi direcionada a nomes como a atriz Dira Paes, o carnavalesco Milton Cunha, e influenciadores de nicho como Laura Sabino e Matheus Buente. [1, 2, 3, 4]
Gostaria de saber mais detalhes sobre os valores pagos aos influenciadores que foram confirmados no levantamento da Secom ou sobre o funcionamento do programa de militância digital?
MR: sim, por favor.
GEMINI: Os dados detalhados sobre os pagamentos da Secretaria de Comunicação Social (Secom) foram obtidos via Lei de Acesso à Informação após determinação da Controladoria-Geral da União (CGU). O montante total ultrapassa R$ 2 milhões em cachês pagos indiretamente por meio de agências publicitárias contratadas pelo governo. [1, 2, 3, 4]
Abaixo estão os valores exatos repassados aos principais nomes confirmados no levantamento:
Maiores Caches (Artistas e Personalidades)
- Dira Paes: R$ 470.000,00 para protagonizar a campanha nacional de utilidade pública do aplicativo Celular Seguro.
- Milton Cunha: R$ 310.000,00 pela gravação de vídeos focados no público fluminense divulgando o programa Agora Tem Especialistas do SUS. [1, 2, 3, 4]
Valores Pagos a Influenciadores Digitais
Entre os mais de 55 influenciadores contratados, as maiores quantias individuais foram destinadas a: [1, 2]
- Matheus Buente: R$ 124.980,00 por produções abordando temas como o Pix e dados sobre a fome no Brasil.
- Morgana Camila: R$ 119.250,00.
- Vitor diCastro: R$ 90.000,00.
- Anaterra Oliveira: R$ 50.000,00.
- Rodrigo Góes: R$ 50.000,00.
- Laura Sabino, Giovana Fagundes, Matheus Sodré e Gabriela Ferreira: R$ 40.000,00 cada um.
- Nota: Outros 46 criadores de conteúdo receberam quantias menores, variando entre R$ 1.000,00 e R$ 35.000,00. Nomes como o apresentador João Kleber participaram de ações institucionais integradas com big techs sem receber repasses diretos do governo. [1, 2]
Como funciona o programa "Porta-Vozes" (Militância do PT)
Diferente das campanhas da Secom (que usam dinheiro público para comunicação institucional), o programa "Porta-Vozes do Lula" é uma iniciativa interna e estratégica do próprio Partido dos Trabalhadores (PT): [1]
- Formação de Influenciadores: O partido organiza treinamentos internos em parceria com especialistas de plataformas digitais (como Google e TikTok) para capacitar militantes e criadores alinhados. [1]
- Combate à Oposição: A rede de criadores recebe materiais, cartilhas e dados consolidados para reagir rapidamente a críticas nas redes e contrapor narrativas da oposição. [1]
- Foco em "Furar a Bolha": A estratégia foca no impulsionamento de influenciadores de médio porte e de nichos específicos, que possuem maior engajamento direto e conseguem dialogar com públicos que não são tradicionalmente de esquerda. [1]
Gostaria de aprofundar em mais algum aspecto, como os critérios de escolha da Secom para selecionar esses perfis ou as reações da oposição no Congresso sobre esses gastos?
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